erablog
" E na minha mudez...Aprende a adivinhar...O que de mim não possas entender."
Monday, January 30, 2006
Sunday, January 29, 2006
Saturday, January 28, 2006
à espera...

Esperei-te no mesmo café de sempre, na nossa mesa do canto.
Olhei pelo vidro a cidade, as pessoas passam apressadas, pessoas que reconheço as caras. Passam várias pessoas com os seus dias agitados. Passam todos menos tu...
E eu fico à espera sentada no nosso café de sempre, no nosso sítio escondido. Enquanto espero, a vida lá fora acaba por me absorver. Observo os sorrisos distantes que alguém que não conheço. Imagino palavras que os outros não chegam a dizer.
Tudo isto porque tu nunca mais chegas e isso não é nada teu...
O tempo passa depressa enquanto eu permaneço naquele café. E quando decido por fim, me levantar, já cansada de te esperar, tu apareces...sempre com o teu sorriso aberto...
Thursday, January 26, 2006
Como nunca deveria ter deixado de ser
Tinham-se passado dez anos...dez longos anos...Não achava possível não a ver há tanto tempo e sentir o que sentiu mal os seus olhos se cruzaram com a figura dela, naquela tarde fria. Ela está igual, pensou ao se aproximar. Poderia ser a rapariga de vinte anos. O tempo não tinha passado por ela.
Aproximou-se ainda mais, ela continuava sem o ver. ela notou a mão dele sobre o seu ombro e virou-se. Surpreendeu-se ao ver quem era. Tinham-se passado dez anos a viverem na mesma cidade, sem nunca se encontrarem. Sentiu as pernas tremerem mais do que ela queria. Só conseguiu sorrir timidamente.
O mesmo olhar, o mesmo sorriso tímido, era ela de novo, àli à sua frente. E ele sentiu como se nunca se tivessem estado separados.
Abraçou-a, não sabia se devia, não sabia se podia. Mas queria muito senti-la de novo nos seus abraços. Ao abraçá-la sentiu-se quase desfalecer, há tanto tempo que não era abraçado assim, aliás só mesmo ela o tinha abraçado assim, desta maneira desconcertante.
Ainda gostava dela, se algum dia tinha duvidado disso, agora era mais claro que água. Nunca nestes anos todos a tinha esquecido...e agora vê-la outra vez, recordava-lhe um passado há muito perdido.
Ela ficou algum tempo a olhar para ele, não soube logo o que dizer. Tinham-se passado muitos anos. Muitas vezes tinha imaginado como seria um possível reencontro. Mas em dez anos isso nunca tinha acontecido. Mas agora ele estava ali, à sua frente, como nunca deveria ter deixado de estar. Mas ela sabia algo que os poderia voltar a separar, que certamente os separaria outra vez. Ele só não soube porque nem quis. Mas isso, não os importava naquele momento. Tudo o que pensavam é que estavam ali, os dois...Ele tinha ido à sua procura. Estavam de novo juntos, como nunca deveriam ter deixado de estar.

Ah, gostava tanto de ser como aquele "senhor" que nunca tem dúvidas e raramente se engana...Deve ser bom viver assim, sem quase nunca nunca errar. Coitados de nós , os comuns mortais que cometemos erros, que ficamos às vezes sem saber o que fazer. Que nos sentimos perdidos, que procuramos respostas, e que muitas vezes temos dúvidas...
Wednesday, January 25, 2006
perdida...

Não te sintas assim perdida, não te deixes presa nesse buraco escuro. Não deixes que se encerrem as portas da tua vida. Não sintas que já não há saída, é cedo demais para desistir, agarra ainda nas forças que te restam, não te vale de nada ficares aí de braços cruzados , à espera que alguém te venha salvar da escuridão que tu criaste em ti própria.
Não acredites numas quaisquer palavras vagas, agarra-te aquele que te mostram o que são desde o início. Não vale a pena chorares o passado, o que já foi, lá está, só o tempo pode fazer diminuir a dor, mas tens de querer, não podes nunca deixar de lutar. Não podes nunca desistir, como me disseste naquela tarde fria que ías fazer.
Não deixes que a vida te ultrapasse, não deixes que ela se imponha sobre os teus dias. Não desesperes, chora o que tens a chorar, e depois tenta descobrir a saída para voltares a sorrir, sem condicionalismos, sem mais sombras....
Os meus nomes!!!
Já disse, mas volto a dizer que o meu nome não é Beatriz... posso voltar a repetir, não me chamo Beatriz!!!
Olha
Será que ela é moça
Será que ela é triste
Será que é o contrário
Será que é pintura
O rosto da atriz
Se ela dança no sétimo céu
Se ela acredita que é outro país
E se ela só decora o seu papel
E se eu pudesse entrar na sua vida
Olha
Será que é de louça
Será que é de éter
Será que é loucura
Será que é cenário
A casa da atriz
Se ela mora num arranha-céu
E se as paredes são feitas de giz
E se ela chora num quarto de hotel
E se eu pudesse entrar na sua vida
Sim, me leva para sempre, Beatriz
Me ensina a não andar com os pés no chão
Para sempre é sempre por um triz
ah, diz quantos desastres tem na minha mão
Diz se é perigoso a gente ser feliz
OlhaSerá que é uma estrela
Será que é mentira
Será que é comédia
Será que é divina
A vida da atriz
Se ela um dia despencar do céu
E se os pagantes exigirem bis
E se um arcanjo passar o chapéu
E se eu pudesse entrar na sua vida
Sim, me leva para sempre Beatriz...
Beatriz,
letra Chico Buarque
interpretação: Ana Carolina
e a música é uma tristeza, quando é o meu nome são muito melhores!!!
Carolina é uma menina bem difícil de esquecer
Andar bonito e um brilho no olhar
Tem um jeito adolescente que me faz enlouquecer
E um molejo que não vou te enganar
Maravilha feminina, meu docinho de pavê
Inteligente ela é muito sensual
Eu te confesso que estou apaixonado por você
Oh Carolina isso é muito natural
Oh Carolina eu preciso de você
Oh Carolina não vou suportar não te ver
Oh Carolina eu preciso te falar
Oh Carolina eu vou amar você
De segunda a segunda eu fico louco pra te ver
Quando eu te ligo você quase nunca está
Isso era outra coisa que eu queria te dizer
não temos tempo então melhor deixar pra lá
a princípio no Domingo o que você quer fazer
faça um pedido que eu irei realizar
olha aí amigo eu digo que ela só me dá prazer
Essa mina Carolina é de abalar
Ôh Carolina eu preciso de você
Ôh Carolina não vou suportar não te ver
Ôh Carolina eu preciso te falar
Ôh Carolina eu vou amar você
Carolina, Carolina
Carolina, preciso te encontrar
Carolina, me sinto muito só
Carolina, preciso te dizer
Ôh Carolina eu só quero amar você
Carol, Carol, Carol...
Carolina, Ana Carolina
isto é só um exemplo!!
Tuesday, January 24, 2006
Tudo me parece tão breve...que significado tem adiarmos as coisas? Que lógica tem afastarmo-nos do nosso caminho? fingindo que não sabemos qual é.
Tudo parece tão fugaz neste mundo. Tudo passa ridiculamente depressa nas nossas vidas. Os dias passam a correr, às vezes sem nos apercebermos dos que ficam para trás.
E depois?
Depois a eterna desculpa que é tarde demais, com a certeza porém que nunca é tarde...
Monday, January 23, 2006
Não foi pesadelo?
Acordei contente por prensar, uff...foi só um pesadelo, mas segundos depois, fez luz...( caiu a ficha)
Não era mesmo um pesadelo...ele vai mesmo passar a ser o nosso presidente...
Emigrar durante cinco anos?? Abandonar o barco???
O pior é que não vejo solução!
Mas o povo assim o quis...estamos numa democracia, com todas as vantagens e desvantagens disso...
Saturday, January 21, 2006
de mãos dadas
de mãos dadas...continuamos sempre de mãos dadas, não largas a minha mão por nada deste mundo e eu também não largo a tua...não quero largar a tua mão...ela protege-me, como sempre o fez até hoje, como sei que sempre o fará... mesmo que só nós vejamos...estamos sempre de mãos dadas...quando rio, quando choro, quando falo, quando me calo, quando adormeço, quando sonho acordada, quando corro, quando fujo, quando páro, até mesmo quando deixo de acreditar que estás aqui...mas tu estás aqui...como sempre estiveste...de mão dada comigo... Friday, January 20, 2006
Escrever! Escrever!
Hoje é daqueles dias que me apetece escrever por escrever. Nem me interessa o tema. apetece-me estar a qui no meu blog, o que nem sempre acontece. é mais ou menos por ciclosapetece-me escrever, mas não dos temas que me andam a passar pela cabeça, não isso não seria bom...não hoje, talvez amanhã.
às vezes quando tenho assim esta súbita vontade de escrever, mas não sei sobre qual assunto. acabo por escrever do tempo, reparei isso em posts anteriores...o tempo é assim um assunto, que utilizo quando me apetece estar aqui sem falar de nada muito importante. mas não sou só eu, andando por outros blogs dá para reparar.
Mas hoje não vou falar do tempo porque não há muito a dizer. tempo normal de lisboa.
Mas apetece-me continuar aqui neste meu lugar criado, apetece-me que a escrita me faça companhia, já que já li tudo o que tinha atrasado para ler nos outros blogs que fazem parte da minha vida. Apetece-me escrever por escrever, formar palavras soltas ou conjuntas, tanto faz...
Mas a verdade é que não encontro nada que queira falar, a não ser esta súbita vontade de escrever que se apoderou de mim nesta tarde de sexta-feira...
No meio deste vendaval...
e ando a gastar tempo em coisas que podiam ser deixadas para depois.
Sem resolver as coisas que devia, agora neste começo de ano.
Ando nesta cidade a correr como todos, às vezes nem sei para que corro,
outras vezes sei-o bem e até acelero o passo.
Sem resolver as coisas que devia, agora neste começo de ano.
Ando nesta cidade a correr como todos, às vezes nem sei para que corro,
outras vezes sei-o bem e até acelero o passo.
Tuesday, January 17, 2006
Conta-me um segredo...
Queres que te conte um segredo? Já não tenho mais medo de contar segredos...
já não quero demorar quatro dias ou quatro semanas para te contar. Mas acredita que podes mesmo não estar preparado para este segredo que já não é segredo... porque tu és o único que não vê. Que nem se dá ao trabalho de reparar...
Queres que te diga o que penso?! Digo-te tantas vezes,mas parece que não ouves...
não ouves o que te segredo ao ouvido. A verdade que me consome, que já te consumiu a ti, mas que tu finges que esqueceste.
Eu já disse os meus segredos, mais do que uma vez, já te contei os meus maiores segredos, as minhas melhores histórias...
Se não ouviste ou se não prestaste atenção, não tenho mais a culpa.
Não me faças sentir culpada, porque deixei de o ser quando passei a contar os meus segredos.
Porque tu próprio sabes que o fiz...

Olha para mim...
Aqui estou eu à espera para te contar mais um segredo...
Mas tu não chegas...tu já não vens...
E eu perco a coragem de te contar este segredo que nos aproximava
Volto atrás, penso ainda a ser eu a ir ter contigo , mas não.
Volto para o lugar onde sempre estive...
À espera que venhas ter comigo...
Vens...
já não quero demorar quatro dias ou quatro semanas para te contar. Mas acredita que podes mesmo não estar preparado para este segredo que já não é segredo... porque tu és o único que não vê. Que nem se dá ao trabalho de reparar...
Queres que te diga o que penso?! Digo-te tantas vezes,mas parece que não ouves...
não ouves o que te segredo ao ouvido. A verdade que me consome, que já te consumiu a ti, mas que tu finges que esqueceste.
Eu já disse os meus segredos, mais do que uma vez, já te contei os meus maiores segredos, as minhas melhores histórias...
Se não ouviste ou se não prestaste atenção, não tenho mais a culpa.
Não me faças sentir culpada, porque deixei de o ser quando passei a contar os meus segredos.
Porque tu próprio sabes que o fiz...

Olha para mim...
Aqui estou eu à espera para te contar mais um segredo...
Mas tu não chegas...tu já não vens...
E eu perco a coragem de te contar este segredo que nos aproximava
Volto atrás, penso ainda a ser eu a ir ter contigo , mas não.
Volto para o lugar onde sempre estive...
À espera que venhas ter comigo...
Vens...
Leio-te...
Leio-te e releio-te...Volto atrás nos capítulos, nas páginas
bebo as tuas palavras...elas acabam por ter mais efeito em mim do que poderia esperar. consumo as tuas frases, como se fossem verdadeiras, como se fossem minhas
e ao voltar a ler-te perco-me...perco-te ainda mais...porque já não sei se o que leio é o que escreveste ou que quero ler
volto a perder-me e a perder-te cada dia mais. Ma s continuo na árdua tarefa de te ler ou de me ler...? não sei...
Saturday, January 14, 2006
A verdade é que ao passeares numa rua da cidade reparam mais em ti se estiveres de sorriso aberto do que de cara fechada...
A razão? Talvez seja a tua, que no meio de tantas caras sérias, a que sobressai é a alegre!!!
Se somos um povo alegre ou não, nada direi, porque sei qual a vossa resposta. mas o bom é conseguirmos ter no meio deste caos para o qual o país tem vindo a caminha ( se quiserem desde 1500 e troca o passo) ter os nossos momentos de euforia. seja com os amigos, pelo futebol...não interessa! enquanto sorrirmos com vontade, está tudo bem... ( mas pode sempre ficar ainda melhor!!)
Monday, January 09, 2006
Provérbio árabe
Aspira ao conhecimento. Se empobreceres, ele será a tua riqueza; se enriqueceres, será o teu adorno.
Avisa-me
Por vezes é preciso outros verem aquilo que nós nunca quisemos ou nunca conseguimos ver, para começarmos a pôr a hipótese, para encher os nossos pensamentos.
Às vezes até consegues ver melhor que eu, vês coisas que eu nunca veria se não me chamasses a atenção
; )
olha-me
Olhei-te, vi-te e reconheci-te imediatamente...
Reencontros fugazes que nos fazem lembrar o que fomos, como pensávamos naquele tempo e se agimos ou não, ao longo destes anos, dessa mesma maneira.
Por fora, muita gente diz que não mudei muito, que continuo a mesma. Talvez não tenha mudado mesmo, afinal, reconheceste-me assim que o nosso olhar se cruzou, mesmo que os nossos espíritos tímidos não tenham permitido falarmos.
Sim...por fora posso não ter mudado grande coisa, mas sei que já não sou a mesma pessoa que era quando nos conhecemos. Mudei nem para melhor, nem para pior...
Cresci, amadureci, talvez, mas não muito...Já não penso como pensava, passaram-se quase dez anos.
Mudei! E ao rever-te percebi isso, a verdade é que um dia todos amadurecemos, uns mais lentamente que outros. A essência continua a mesma, mas acabamos sempre por mudar um bocado, por nos moldarmos à nossa vida, aos que nos rodeiam, aos que nós mais vamos gostando.
Concordância de destinos
"Maria Eduarda! Era a primeira vez que Carlos ouvia o nome dela; e pareceu-lhe perfeito, condizendo bem com a sua beleza serena. Maria Eduarda, Carlos Eduardo... Havia uma similitude nos seus nomes. Quem sabe se não pressagiava a concordancia dos seus destinos! "
(...)
" Voltou-se, viu Maria Eduarda diante de si. Foi como uma inesperada aparição - e vergou profundamente os ombros, menos a sauda-la, que a esconder a tumultuosa onda de sangue que sentia abrazar-lhe o rosto. Ela, com um vestido simples e justo de sarja preta, um colarinho direito de homem, um botão de rosa e duas folhas verdes no peito, alta e branca, sentou-se logo junto da mesa oval, acabando de desdobrar um pequeno lenço de renda. Obedecendo ao seu gesto risonho, Carlos pousou-se embaraçadamente á borda do sofá de reps. E depois d'um instante de silencio, que lhe pareceu profundo, quasi solene, a voz de Maria Eduarda ergueu-se, uma voz rica e lenta, d'um tom d'ouro que acariciava. "
in Os Maias (capitúlo XI)
Sunday, January 08, 2006
última música que se ouviu numa noite inesperada
I've got a right to be wrong
My mistakes will make me strong
I'm stepping out into the great unknown
I'm feeling wings though I've never flown
I've got a mind of my own
I'm flesh and blood to the bone
I'm not made of stone
Got a right to be wrong
So just leave me alone
Estive...
Estive não sei onde...para uns estive no meu mundinho interior, para outros tentei ir para o "mato"...Estive por aí a dar voltas à cidade à procura de mim mesma, mas a cidade não me ajudou a encontrar-me.
Estive por aí, noutros mundos, noutros tempos, dedicada a outras coisas. Agora estou aqui, neste meu mundinho do blog...acabo sempre por voltar, não importa onde tenha estado...
Friday, January 06, 2006
Ontém ainda era Natal
Gostei mais uma vez do nosso natal espanhol...é bom um jantar assim, quando já não se espera. podemos começar uma tradição ( já tem um ano)!!!
Tuesday, January 03, 2006
Lisboa-Paris

Começou o teu Lisboa-Paris...
Mesmo que já não vivêssemos juntas, vais fazer muita falta, as nossas conversas parvas, as nossas conversas sérias, tu a acordares-me, os nossoas almoços semanais no japonês...
Mas só a tua pessoa física é que vai sair do meu dia-a-dia, a outra parte fica
Pelo menos estamos em pleno século xxi, vai ser muito fácil contactar-te, e descansa não vou cometer o erro de Roma (11 anos atrás).
Boa sorte, nesta nova etapa!!!
Vemo-nos em breve (mais breve do que julgamos...)
Monday, January 02, 2006
Don't Give Up & Give Up
In this proud land we grew up strong
We were wanted all along
I was taught to fight
Taught to win
I never thought I could fail
No fight left or so it seems
I am a man whose dreams have all deserted
I've changed my face
I've changed my name
But no one wants you when you lose
Don't give up'
Cause you have friends
Don't give up
You're not beaten yet
Don't give up
I know you can make it good
Though I saw it all around
Never thought that I could be affected
Thought that we'd be the last to go
It is so strange the way things turn
Drove the night toward my home
The place that I was born, on the lakeside
As daylight broke, I saw the earth
The trees had burned down to the ground
Don't give up
You still have us
Don't give up
We don't need much of anything
Don't give up'
Cause somewhere there's a place where we belong
Rest your head
You worry too much
It's going to be alright
When times get rough
You can fall back on us
Don't give up
Please don't give up
Got to walk out of here
I can't take anymore
Going to stand on that bridge
Keep my eyes down below
Whatever may come
And whatever may go
That river's flowing
That river's flowing
Moved on to another town
Tried hard to settle down
For every job, so many men
So many men no-one needs
Don't give up'
Cause you have friends
Don't give up
You're not the only one
Don't give up
No reason to be ashamed
Don't give up
You still have us
Don't give up now
We're proud of who you are
Don't give up
You know it's never been easy
Don't give up'
Cause I believe there's a place
There's a place where we belong
Don't give up, Peter Gabriel
If you don't wanna wait
You left me inside out
It's too hard for me
There's no easy way out
You don't know and don't ask how
That i'm gonna make it work again
You don't know and don't ask why
That i'm gonna make it once again
If I give up now, whos gonna loose
Which one of us, is given up now of being free
And if you give up now, whos gonna loose
Which one of us, is given up now of being free
Distance from between us
That we can't shake out
It's cristal clear
But it ain't gonna last
You don't know and don't ask why
That i'm trying to make it work
I'm trying to make it work
If you give up now, whos gonna loose
Which one of us, is given up now of being free
And if you give up now, whos gonna loose
Which one of us, is given up now of being free
Just look around and see
Who you really need
Who you really want
Just look around and see
If you give up now, whos gonna loose
Which one of us, is given up now of being free
And if you give up now, whos gonna loose
Which one of us, is given up now of being free
If you give up you won't be free
You won't be free yeah yeah
Never look back
Never look back
Never look back
Never look back
Never look back
Never look back
Never look back
If you give up, Hands on approach
Happy New Year
Fui-me embora, sem dizer adeus, sem vos dar um beijinho de final de ano, sem sequer desejar um bom ano.
O ano passou a correr e eu saí dele a correr, com pressa, com coisas por fazer, mas saí...fui-me embora. e agora que voltei, já estamos num novo ano, com novos projectos, novos desejos, novas decisões a tomar...
Para aqueles a quem não tinha desejado: Feliz 2006!!!!
ps: deixaram a passa para a taça??










