http://mario-super.blogspot.com
ah! ah! ah! e estão lá professores de direito!!!
é a prova que Portugal vai sempre preferir viver no passado!
" E na minha mudez...Aprende a adivinhar...O que de mim não possas entender."
http://mario-super.blogspot.com

And so it is
Porque é que não soltas esse grito que te prende e te afasta do mundo? Porque é que não dizes ao mundo o que te magoa? Porque é que escondes o que sentes dos que te rodeiam? Eles vão saber ouvir-te, apoiar-te, se precisares, se quiseres... só tens de dizer, só tens de pedir...
Porque é que continuas a insistir a ver a vida a preto e branco, porque é que não vês as coisas pelo lado positivo, tudo deve ter um lado positivo, nós é que não sabemos procurar? Queria...
PUEDO escribir los versos más tristes esta noche.

"...não sei o motivo pra ir, só sei que não posso ficar
Acho engraçado ser a Vodafone a lembrar-nos como a vida pode ser efémera... Nunca tinham pensado que como é parvo ter medo de andar de avião se ao sairmos de casa podemos ser atropelados por um carro?
Saiba: todo mundo foi neném
Um dia a areia branca
* amizade em chinêsEspera-me...
Teimas em não ler os sinais que te deixo, as mensagens que vou imprimindo nos teus dias. Teimas em não me ouvir...como temes tudo o que é certo, mas se não sabes o que é certo temes também. Não sabes para onde hás-de seguir, não sabes se deves arriscar ou se deves ficar à espera que alguém de tê a certeza de alguma coisa que não sabes o que é.Agora que os ânimos já serenaram, depois de uma semana das eleições autárquicas, vou segui o conselho de um leito e publicar a "maravilhosa" carta do Major Valentim Loureiro:
O amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte
Escrevo porque às vezes não sei o que fazer, escrevo porque por vezes é melhor ficar sozinha a escrever do que dizer coisas que não sinto e que não quero, escrevo porque na escrita encontrei uma companhia, escrevo porque prefiro que me leiam a que me ouçam, escrevo porque para mim é bem mais fácil do que falar, escrevo e já nem sei às vezes porque escrevo, só que escrevo porque me apetece escrever e isso basta-me para escrever... Não quero dizer quem tem razão, não vou dizer que estou certa, até porque não sei. Não vou dizer nada que um dia mais tarde me possa vir a arrepender. Não vou dar qualquer certeza, até porque não as tenho. Não vou fingir que nunca tenho dúvidas, se ela têm ocupado os meus dia mais do que eu queria... Não vou fazer mais nada, até porque nem sei o que fazer.
Deixa-me ir... deixa-me navegar por mares que nunca antes naveguei. Deixa-me descobrir coisas novas, coisas de que oiço falar, mas que nunca provei o sabor. Deixa-me encontrar aquilo que nunca ousei procurar. Deixa-me errar se for preciso e corrigirei-me a mim própria mais tarde. Deixa-me conhecer novos mundos, novos rumos, descobrir outros caminhos.
a) ser ladrão

"Vem brincar, traz um amigo teu,
Se te descubro outra vez, volto a sorrir, sem querer sorrir, volto a sonhar mesmo que depois não me lembre dos meus sonhos. Se os meus olhos voltarem a pousar nos teus, sem dúvidas, sem mais incertezas, volto a sentir que estás ali, que estás aqui ao pé de mim. Se a minha mão voltar a tocar a tua, o tempo volta a parar como fazia antes. Se o meu pensamento se cruzar com o teu, voltaremos a prolongar a nossa existência, a nossa eternidade. Se o teu sorriso me voltar a cativar, quem sabe um dia não vai voltar?
Não digas mais nada, não gastes as palavras. As palavras podem ser duras, as palavras podem magoar, ou pior ainda, podem deixar de ter qualquer efeito, podem acabar por não fazer nada.
Hoje por um segundo apenas
Talvez o tempo traga as respostas que precisas
Com maos de veludo
Não me perguntes, porque nada sei