Sunday, November 27, 2005

muito tempo

My life is brilliant.
My love is pure.
I saw an angel.
Of that I'm sure.
She smiled at me on the subway.
She was with another man.
But I won't lose no sleep on that,
'Cause I've got a plan.

You're beautiful.
You're beautiful.
You're beautiful, it's true.
I saw you face in a crowded place,
And I don't know what to do,
'Cause I'll never be with you.

Yeah, she caught my eye,
As we walked on by.
She could see from my face that I was,
F**king high,
And I don't think that
I'll see her again,
But we shared a moment that will last till the end.

You're beautiful.
You're beautiful.
You're beautiful, it's true.
I saw you face in a crowded place,
And I don't know what to do,
'Cause I'll never be with you.

You're beautiful.
You're beautiful.
You're beautiful, it's true.
There must be an angel with a smile on her face,
When she thought up that I should be with you.
But it's time to face the truth,
I will never be with you.


* há muito tempo com esta música na cabeça, mais uma vez a rádio reavivou-me a memória

Saturday, November 26, 2005

um lugar assim


quero um lugar assim
um lugar que me traga paz
procuro um lugar para reflectir,

para meditar
quero um lugar só meu,

à beira-mar
quero um lugar que me traga tranquilidade
quero apenas ouvir o silêncio
não preciso de nada mais
um lugar seguro...
onde possa ver o pôr-do-sol

não quero mais ser...






...o teu saco de pancada(s)








Friday, November 25, 2005

não precisas de dizer assim

Podes dizer que a magia se quebrou. Podes dizer que a vida acabou
Podes dizer que não vais mais chorar. Podes dizer que não queres mais errar
Podes dizer para eu não aparecer. Podes até preferir me perder
Só não precisas me dizer assim:“já não preciso de ti”
Podes continuar a falar-me de ti. Podes mostrar que fui eu que perdi
Podes até as cartas rasgar. Podes também os poemas apagar
Mas não precisas de dizer assim: “Já não preciso de ti”
Podes dizer que o sorriso se fechou. Podes dizer que o teu mundo parou
Podes fingir não me ouvir. Podes até não querer sorrir
So não precisas de dizer assim:“já não preciso de ti”
Podes dizer que o meu olhar se perdeu. Podes dizer que o que é meu não é teu
Podes até dizer que é o fim...Mas não precisas de dizer assim: “já não preciso de ti”


a culpa é das rádios

Depois de não sei quanto tempo a ouvir músicas do século passado, fiquei com elas todas na cabeça. mas a mais antiga que ouvi, foi sem dúvida esta que não consigo parar de cantar, se puser aqui talvez consiga...é que ela ainda por cima é para o depressiva, e hoje é sexta -feira!!!

When I was young
I never needed anyone
And making love was just for fun
Those days are gone
Livin' alone
I think of all the friends I've known
When I dial the telephone
Nobody's home

All by myself
Don't wanna be
All by myself
Anymore

Hard to be sure
Sometimes I feel so insecure
And loves so distant and obscure
Remains the cure

All by myself
Don't wanna be
All by myself
Anymore
All by myself
Don't wanna live
All by myself
Anymore

When I was young
I never needed anyone
Making love was just for fun
Those days are goneA

ll by myself
Don't wanna be
All by myself
Anymore
All by myself
Don't wanna live
Oh Don't wanna live
By myself, by myself
Anymore
By myself
Anymore
Oh All by myself
Don't wanna live
I never, never, never
Needed anyone

pensamentos de um fim de tarde chuvoso

Existem pessoas que à partida nós já sabemos que são diferentes de nós. Na maneira de pensar, na maneira de agir, e principalmente na maneira de viver. Podia pensar que nem valia a pena aproximar-me, as diferenças seriam sempre maiores que as semelhanças. Mas talvez mais que até no amor, na amizade, os opostos também se atraiem. Aprendemos coisas diferentes, partilhamos novas formas de vida, pontos de vista opostos, aprendemos com o tempo a aceita-los como são e a não queremos moldá-los à nossa figura, também eles por seu lado aprendem o mesmo. E continuamos assim , juntos, mas por vezes em mundos tão afastados. Mas não importa...cresceremos juntos e aceitaremos que nem sempre é bom sermos todos iguais.

Wednesday, November 23, 2005

nunca leste os versos que te escrevi


nunca leste os versos que escrevi à lareira...
nunca respondeste às cartas que te mandei...
nunca mais te lembraste daquele inverno tão frio...
nunca mais pude ficar a olhar o fogo na lareira...
nunca mais parei para pensar em ti...
nunca mais voltei aos nossos lugares...
nuca mais voltei a ouvir-te chamar-me...
nunca mais voltei a ouvior o teu nome...
nunca mais voltaste a afastar-me do frio...
nunca mais parei para pensar em mim...

Um dia...

Um dia vou perceber que não voltarei a encontrar todos aqueles que queria reencontrar, um dia vou perceber que o que foi não volta a ser, um dia vou perceber que nunca conseguirei fazer tudo o que quero, um dia vou perceber que não irei a todos os sítios que desejo, que não lerei todos os livros que quero, que não vou conhecer todos aqueles que desejarei. Um dia vou perceber que nem tudo o que penso está ou vai estar certo, só porque penso, só porque quero. Um dia vou perceber que não vou reviver nenhum momento, que o que ficou no passado, ficará lá, que o passado não será nunca o futuro, um dia vou perceber que não vou estar com todos aqueles com quem quero estar, um dia vou perceber que não vou dizer tudo aquilo que quero dizer, um dia vais perceber que nunca serás o que queres ser, um dia vamos perceber que a vida dá o que nós queremos, pode é ser tarde demais, um dia vou perceber que o mundo nunca vai ser o "meu mundo" como eu o pinto e anseio. um dia vou perceber, mas tenho tempo para isso, agora posso sempre continuar a sonhar...

hoje

Hoje quase que não te via,
quase que não te encontrava no meu dia
quase que me perdias
quase que me virvas costas

hoje quase que não despedia
demorei uma eternidade para estar aqui
quase que te perdia
quase que já não falávamos

hoje quase que não me reconhecias
quase que não chegava
quase que me perdias...

SERÁ?

Sunday, November 20, 2005

agora só falta


Um belo dia resolvi mudar
e fazer tudo o que eu queria fazer
Me libertei daquela vida vulgar

que eu levava estando junto a você
E em tudo o que eu faço existe um porque
Eu sei que eu nasci, sei que eu nasci pra saber,

pra saber o que
E fui andando sem pensar em mudar

e sem ligar para o que me aconteceu
Um belo dia vou lhe telefonar

pra lhe dizer que aquele sonho cresceu
No ar que eu respiro eu sinto o prazer

de ser quem eu sou, de estar onde estou
Agora só falta você, agora só falta você
Agora só falta você, agora só falta


agora só falta você, Maria Rita

Friday, November 18, 2005

Ninguém sabe que tens um mundo escondido , onde mais ninguém entra, onde só vais quando precisas de um refúgio. Ninguém sabe desse lugar no meio de nada , para onde vais quando tudo parece estar errado. Ninguém ainda descobriu onde te escondes, quando baixas o olhar e não dizes mais nada a ninguém.
Ninguém sabe que tens um sorriso secreto, que tal como o olhar secreto não mostras a ninguém.
Não consigo ainda perceber quando queres ir para esse mundo distante , de onde ninguém parece conseguir soltar, de onde tu por vezes parece não quereres sair.
Que lugar é esse para onde foges? Que abrigo é esse que descobriste naquele dia cinzento? Deixa-me descobrir contigo esse sítio para lá do horizonte. Deixa-me ir contigo para esse lugar que vais quando tudo escurece. Eu já sei desse lugar secreto para onde corres à procura de respostas. Só não sei se já as encontraste na confusão dos teus dias, no turbilhão dos teus pensamentos, na tempestade dos teus sentimentos. Deixa que descubram o teu abrigo, o teu esconderijo, de onde observas o mundo, mas onde ninguém te pode observar. Deixa que te descubram esse segredo que guardas há tanto tempo

chove...


chove...
chove lá fora...
chove cá dentro...
chove há tanto tempo, que já nem sei quando começou
e quando vai acabar?
irá chover para sempre assim?
o sol não irá nunca voltar?
chove...
chove muito...
só consigo ouvir a chuva lá fora...
nada mais me prende a atenção
continua a chover
não. não vai parar tão cedo...
está a chover lá fora e cá dentro...

Wednesday, November 16, 2005

quase lá

não. não virei costas, nem a ti nem ao mundo, muito menos a ti. estou quase lá...quase achegar ao teu lado. como sempre. estou quase a conseguir te estender a mão. e sim podes levar o braço se quiseres. não penso em te virar costas. nunca pensei. nunca me passou tal ideia pela cabeça. não sou de fazer isso e devias saber, já me conheces há algum tempo, às vezes parece pouco, outras vezes parece que é desde sempre. no entanto continuas a duvidar, talvez continuarás sempre, não sei o porquê. não estou aqui para provar mais nada apenas para te dizer que te estendo sempre a mão. hoje, ontém e amanhã. podes acreditar, não te costumo enganar. mesmo quando tento, tu percebes e desta vez não te mentiria. estou quase aí

olhem...

eu nunca fui apática...
mais calada sim, é possível...
mas apática?? :(

gosto...

" Gosto de te ver ao pôr do sol, a luz é mais suave para a tua pele. Gosto de ouvir as tuas palavras quando pensas que estou distraída. Gosto do teu olhar atento a tudo o que faço. Gosto ainda do teu sorriso. Gosto de me lembrar de ti, depois de o tempo não nos dar o tempo a que temos direito. Gosto de ouvir músicas e lembrar-me de coisas que passei contigo. Gosto de ler livros e comparar personagens a ti. Gosto de te ver quando não espero. Gosto de estar à tua espera quando sei que vais aparecer. Gosto que me digas quando pensas em mim.
Gosto de sentir saudades tuas, não gosto da indiferença de encontros marcados. Gosto do inesperado, mas nem sempre gosto da surpresa. Gosto do teu cabelo ondulado pelo vento. Gosto das tuas gargalhadas que tentas disfarçar. Gosto do teu ar sincero. Gosto da seriedade e da firmeza que tens sempre que falas. Gosto de olhar para ti quando observas para lá do horizonte. Gosto mais de mim quando estou perto de ti..."

Tuesday, November 15, 2005

hoje descobri

Hoje descobri que até as pessoas mais calmas, até aquelas pessoas que temos por mais pacientes, às vezes têm os seus momentos de loucura. Minutos em que querem deixar tudo para trás,
Mas depois não conseguem, talvez seja de novo a sua calma, a sua pacificidade que não os deixa largar tudo, dar meia volta e irem para um lugar ainda mais calmo, como eles...
Hoje descobri que um dia todas as pessoas que achamos calmas, vão-se revelar e aí talvez não tenham a compreensão dos que querem, porque é inesperado ver uma pessoa relativamente pacífica a explodir.
Mas um dia acontece a todos, é só esperar pela tempestade... Uma tempestade em copo de água...talvez... mas é o que se arranja.
Por isso digo, como alguém já disse: "é preciso ter calma, não dar o corpo pela alma"

Abraçou-me
Como se abraça o tempo,
A vida num momento
Em gestos nunca iguais.
E parou,
Cantou contra o meu peito,
Num beijo imperfeito
Roubado nos umbrais.

" e se um dia eu disser
que já não quero estar aqui..."

o que eu quero...

quero um pouco de sossego,
quero dias com sol,
dias sem segredos, nem sussurros
quero dias sem suspiros, nem lágrimas
quero ouvir a tua voz
e quero que me oiças, sem eu ter de falar
sim o que eu quero é sossego,
hoje é tudo o que quero...

Monday, November 14, 2005

Os meus silêncios

Já te disse tantas vezes para não dizeres nada, quando ainda não sabes o que queres dizer. Já te disse que talvez seja cedo demais para falares, mas tarde demais para eu te ouvir. Guarda as tuas palavras, guarda-as para alguém que te oiça e te compreenda.
Deixa-me este silêncio silencioso. Deixa-me ouvir as palavras dos outros e compreendê-las de uma maneira diferente que os outros compreendem.
Deixa-me também não dizer nada, se ainda não sei o que dizer a ti ou ao mundo. O silêncio, às vezes, não é tão mau assim...tens de aprender a perceber o meu silêncio, aprender a perceber quando ainda é cedo para o quebrares. Hoje é. Amanhã não sei, quando souber digo-te.
Não me quero perder em palavras tuas, e sei que não te queres perder nos meus usuais silêncios...mas é cedo demais para os quebrares, cedo demais para eu falar. Talvez depois seja tarde demais para ti, ou até para mim, mas agora nada posso fazer quanto a isso, porque a única coisa que sei é que é cedo demais para eu falar aquilo que não quero, e que tu também não vais querer ouvir...

Sunday, November 13, 2005



numa só palavra... surreal

Friday, November 11, 2005


"Don't speak
I know just what you're saying
So please stop explaining
Don't tell me cause it hurts
Don't speak
I know what you're thinking
I don't need your reasons
Don't tell me cause it hurts"

oiçam...
mais o princípio que o fim...

Thursday, November 10, 2005

se eu pudesse outra vez ter 5 anos?



Queria por um dia só, voltar a ser a menina de saia até ao joelho, cabelo muito loiro, e quase sempre de queixo ou cabeça partida. Queria voltar a vê-la um dia... Não sei quala razão desta súbita vontade, não sei se foi um texto sobre um ursinho que li num blog alheio. Mas queria voltar a vê-la, quem sabe falar com ela, perguntar-lhe talvez o que é que ela iria ser. Se bem me lembro era arquitecta, porque tinha a ideia da mão também o ser, com o tempo percebeu que nem todas as pessoas que trabalham na faculdade de arquitectura são arquitectas. Mas não interessa! Desenhar casas parecia-lhe bem, não que alguma vez tivesse desenhado bem, mas isso também não interessa agora, nem a fazia importar-se naquela altura.
Queria por um dia só voltar a ter cinco anos, onde as cores do mundo são todas claras, onde as cores eram sempre aquelas que eu pintava... eu decidia, ninguém mais...

Tempo a mais e a menos


Normalmente penso: preciso de mais duas horas. Só mais duas horas por dia, para fazer tudo o que me apetece e o que não me apetece, mas tenho de fazer.
Mas o pior é, quando dou por mim a pensar o que vou fazer com o tempo que tenho. Nos dias que tenho tempo mas tenho também inércia suficiente para não ligar a ninguém.
Sim, é isso... o pior não é a falta de tempo, mas sim ter tempo a mais.

Wednesday, November 09, 2005

Oh miudinha "irritante" II

com este ninguém mais tinha hipótese ; )


* é para mostrar que o blog cresceu, mas continua para o parvo :)

Para vocês...

Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava
a bica, ao melhor dos seus ouvintes

As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Num gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao sorrir agradecia

São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
A Terra gira ao contrário
E os rios correm para o mar

Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal

Compramos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écran
O rosto maltratado era a razão
De ele não aparecer pela manhã

São os loucos de lisboa
que nos fazem duvidar
que a terra gira ao contrario
e os rios nascem no mar

Mudamos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixamos de tributo a quem lá pára
Um louco a fazer-lhe companhia

E sempre a mesma posse o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueam
Sentado la continua a cravar
Beijinhos as meninas que passeiam.

São os loucos de lisboa
que nos fazem duvidar
que a terra gira ao contrario
e os rios nascem no mar

Tuesday, November 08, 2005

365 dias de erablog!!

Pois é, o erablog faz hoje um ano
e não podia deixar de agradecer aos fieis comentadores.
Obrigada...
Sem vocês não teria piada... ; )

Monday, November 07, 2005

Tanto do meu estado me acho incerto,
Que, em vivo ardor, tremendo estou de frio;
Sem causa, juntamente choro e rio,
O mundo todo abarco, e nada aperto.

É tudo quanto sinto um desconcerto;
Da alma um fogo me sai, da vista um rio;
Agora espero, agora desconfio;
Agora desvario, agora acerto.

Estando em terra, chego ao Céu voando;
Num’hora acho mil anos, e é de jeito
Que em mil anos não posso achar um’hora.

Se me pergunta alguém, porque assi ando,
Respondo que não sei; porém suspeito
Que só porque vos vi, minha Senhora.

Camões, Rimas

Sunday, November 06, 2005

time out



All i need is a time out
time out for everything
time out

Podia dizer-te

Podia dizer-te exactamente o que querias ouvir...
Podia até dizer o que esperas ouvir...
Mas tudo o que te tenho para dizer, agora é o que nunca quererás ouvir...
Podia dizer-te as palavras que anseias...
Mas não o vou fazer, não posso, nem consigo...
Podia dizer-te que isto vai passar, que eu vou mudar, que tu vais mudar...mas não vamos, tu sabes, e eu também sei... ambos não queremos, nem temos de querer...
Podia usar as frases que outros já usaram, mas que eu nunca consegui...
Podia dizer-te o que sinto, mas tu não queres ouvir, porque eu não sei explicar...
Podia dizer-te mentiras para te tranquilizar, mas não o farei
Podia contar-te segredos que nunca contei a ninguém
Podia pedir-te para seres tu a falar...
Podia implorar-te para cortares este silêncio...
Podia dizer-te para esperar... podia...
Espera...

Saturday, November 05, 2005

dias sem inspiração

o melhor é então expressar-me por letras de músicas alheias, porque escrever, não tem sido fácil. acho que acontece, de vez em quando... a inspiração, boa ou má há-de voltar...

"If you're out on the road
Feeling lonely, and so cold
All you have to do is call my name
And I'll be there on the next train
Where you lead, I will follow
Anywhere that you tell me to
If you need, you need me to be with you
I will follow where you lead

When you need, I will follow
Anywhere that you tell me to
If you need, you need me to be with you
I will follow where you lead "

Friday, November 04, 2005

Dias maus...

Where is the moment we need at the most
You kick up the leaves and the magic is lost
They tell me your blue skies fade to grey
They tell me your passion's gone away
And I don't need no carryin' on

You stand in the line just to hit a new low
You're faking a smile with the coffee to go
You tell me your life's been way off line
You're falling to pieces everytime
And I don't need no carryin' on

Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day

Well you need a blue sky holiday
The point is they laugh at what you say
And I don't need no carryin' on

You had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
(Oh.. Holiday..)

Sometimes the system goes on the blink
And the whole thing turns out wrong
You might not make it back and you know
That you could be well oh that strong
And I'm not wrong
So where is the passion when you need it the most
Oh you and I
You kick up the leaves and the magic is lost

Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
You've seen what you like
And how does it feel for one more time
You had a bad day
You had a bad day

Bad day, Daniel Powter

Thursday, November 03, 2005

Sim...o Outono chegou

Sim, tens razão. O Outono chegou e com ele a chuva, o vento e o cheiro a castanhas. Começa a apetecer uma lareira, e muitos cobertores para me proteger do frio que se aproxima... O Outono chegou e mudou toda uma cidade, o trânsito...a disposição das pessoas. Só me apetece chocolate quente, feito por alguém que não eu, sabe melhor quando alguem faz para nós, não é? Apetece me ficar em casa a ver a chuva a cair rapidamente, o barulho contra as janelas...
O Outono chegou, expulsando o verão que tanto nos aqueceu, a seguir...vem o inverno, que traz o natal...é assim!

Wednesday, November 02, 2005

Mundo ao Contrário

"Onde Vais?"
Perguntas tu,
Ainda meio a dormir.
"Não sei bem"
Respondo eu,
Sem saber o que vestir.

"Porque sais?,
Ainda é cedo,
E tu não sabes mentir."
"Nem eu sei,
Só sei que fica tarde
E eu tenho de ir."

Bem depois,
De estar na rua,
Instalou-se uma dor
Por nós dois,
Talvez sair
Tivesse sido o melhor...
Se assim foi,
Então porque me sinto a morrer de amor?

Tenho a noite
A atravessar
Doi-me não ir,
Mas não me deixas voltar...
Se gosto de ti,
Se gostas de mim,
Se isto não chega
Tens o Mundo ao contrário.
O Mundo ao contrário

Tenho a noite
A atravessar
Doi-me não ir,
Mas não me deixas voltar...
Se gosto de ti,
Se gostas de mim,
Se isto não chega
Tens o Mundo ao contrário.



Quem é???

Perdi-me nos teus dias

Os dias passam e já não falamos, mandas-me mensagens que não respondo, ligo-te e tu não atendes. Andamos de costas voltadas, desencontros neste caos da vida. Os teus dias já não são mais os meus dias.
Vivo, quando te fechas para o mundo, procuras-me quando não quero ser encontrada. Queres ouvir, quando eu ainda não estou pronta para falar, calas-te quando eu só quero ouvir. Já tivémos silêncios assim, voltaremos a quebrá-los um dia. Não hoje, talvez nem amanhã. Um dia voltarei a fazer parte dos teus dias, e nesse dia tu farás de novo parte dos meus e então talvez possamos retomar a conversa interrompida por culpa de dias trocados e vidas desencontradas, mas que um dia voltarão a encontrar-se. Não hoje, mas quem sabe amanhã.

*será que andamos mesmo de costas voltadas???

Noites

A chuva chegou, disso não temos dúvidas, mas a verdade é que parece que com ela chegaram outras dúvidas, que nos invadem os dias. À noite, ainda é mais difícil contrariar essas inseguranças, a escuridão não ajuda a calar esses medos. Não sei mais o que fazer, o sol não vai voltar rapidamente e parece-me que levou parte de mim, a parte ri, a parte que está pronta para tudo. Não pensei ser uma dessas pessoas que muda a disposição conforme as estações, mas sou! Sou de extremos, bem sei, já me disseste, polos opostos, consigo sorrir num minuto e no outro ter vontade de chorar. Sou assim, sempre fui assim, mas já não me importo. Aprendi a controlar, aprendi a controlar-me.
Os dias passam, mas continuam cinzentos, escuros...frios. nada me parece fazer bem, nada me parece querer mudar-me. O que posso eu fazer para contrariar esta vontade de me fechar para o meu mundo? o que quero eu fazer? Quero desaparecer...para ser encontrada outra vez ...não quero que me encontrem, quero ser eu a encontrar-te. A escolher ir até onde estás. Mas nestes dias tão escuros, não consigo fazer nada, só ficar aqui a olhar a janela e ver a chuva cair. Pingos grossos e barulhentos contra os vidros. O que podes fazer para eu me animar? Não sei...agora já não sei... mas não sei se quero saber, vou deixar os dias me levarem, vou deixar que à falta do sol, o vento me encontre e resgaste desta sombra. Vou deixar... vou tentar...prometo. estou a tentar...
Não consegues ver? Estou a tentar , mas não consigo, parece que as pernas não se mexem com a vontade dos pensamentos. Pensamentos? Quais? Parecem uma tempestade, sem nexo, sem um qualquer sentido, nem aquele que querias dar. À noite é mais difícil....fragilidades sentidas, só à noite, de dia tenho o que fazer...Mas a noite trai-me como uma inimiga e deixa-me presa na escuridão do silêncio, do meu próprio silêncio... vai passar? Sim...vai passar...tudo passa, o tempo trata disso...não trata? É o que os outros dizem, e eu dou por mim a acreditar, mesmo depois de saber que já me disseram tantas mentiras destas, eu continuo a acreditar...ingenuidade? não sei, quem sabe?

Tuesday, November 01, 2005

Não fales ainda...


chiu..............

não fales ainda...

temos tempo...

hoje ou amanhã...

não quero ainda dizer...

nem sei o que dizer...

faltam-me palavras...




Esconder


escondes-te... mas escondes-te de quê? tu sabes...? o que achas que tens a esconder? o que achas que os outros não querem ver em ti? vive a vida como a sabes viver e não como os outros acham que devias vivê-la... não te escondas, até porque tu não tens nada a esconder. vive a vida que queres ao tempo que queres... e se te esconderes, mais tarde ou mais cedo vão-te encontrar. não podes fugir a vida inteira, não podes correr... não vais poder desaparecer. Não te escondas, não tenhas medo do que te vão dizer...

*com a colaboração de um outro escritor anónimo ; )

não fiques triste...
eu estou aqui...
e eu estou aqui!